La vem a Apple de novo…

Pois é… Como diria meu amigo Marcelo Baltar, eu tenho a sensação de trabalhar somente para comprar as invenções do Steve Jobs ! 🙁

Quando saiu a noticia do Iphone 4 e do IOS4, falei aos 4 ventos que as funções que achava interessante sairiam todas no IOS 4 e que não acharia necessário a troca do aparelho para usa-las.

Examinei a fundo, como é de meu costume todas as 100 novas features que os programadores soltaram nos milhares de blogs sobre iphone e estava decidido na não necessidade da troca do aparelho. O 3Gs roda todas as novas funções do novo sistema operacional então para que mudar?

Pois bem, outro dia na hora do almoço aqui na empresa resolvi assistir a apresentação do Steve Jobs no WDC 2010 e este foi meu erro. A capacidade de Jobs de te convencer da necessidade de trocar o seu aparelho me impressiona e terminei de ver o video convencido de que PRECISO trocar o 3Gs no Iphone 4 !

O que mais me impressiona é que até assistir a este vídeo, o que eu PRECISAVA era do ipad ! Por isto a afirmação do Baltar de que só trabalhamos para comprar os produtos que este cara inventa !

Por enquanto, vou me divertindo com o novo IOS 4, que realmente ficou muito bom. Temos várias novas funções interessantes como o Multitasking e os Folders que estou usando direto e o Threading de emails foi bacana, mas não tão útil quanto as outras duas. A possibilidade do uso de papel de parede na HomeScreen também é legal e a velocidade de gravação das fotos agora é de impressionar !

Achei que ficou mais lento no geral, mas vários amigos, tirando o Baltar novamente, não sentiram diferença. No 3G então, a diferença de velocidade ainda foi mais sentida, mas as novas funções compensam esta perda de performance !

O vídeo da apresentação do Steve Jobs pode ser visto aqui ! Mas já aviso, cuidado porque você vai ser convencido a comprar um Iphone 4 HOJE !

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Decisão de compra de um novo Gadget ! Perfeito !

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Defunto na Suíça….. vira Diamante!

Agora a moda é, em vez de ser enterrado em um caixão, ou ser cremado, virar diamante após a morte.

Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um diamante humano.

Na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.

Quinhentos gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação’, explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia. Ou seja, cada defunto pode gerar uns 5 diamantes, ou mais, dá para distribuir para toda família.

Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação. Primeiro, viram carbono, depois grafite. Em seguida são expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas. Na natureza, o mesmo processo leva milênios.

‘Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade’, comenta Willy. A personalidade pela cor? Que coisa doida!

Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.

Já pensou poder levar seu ente querido, depois da morte, em um colar ou anel? Se perguntarem sobre o falecido você vai poder dizer: ‘Ele é uma jóia‘.

Se roubarem o diamante é que é o problema, você vai ter que gritar: ‘Roubaram o defunto, pega ladrão‘!

O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha.

Está vendo, a moda tem tudo para pegar, é até mais barato transformar o defunto em jóia!

A indústria do ‘diamante humano’ está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.

A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.

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