Morte e vida do Ipod Touch !

ipod-touch-32gb

O caso é longo, mas vale o relato !

Não sei se ja falei aqui no Blog sobre o o meu Ipod Touch.

Na minha última viagem aos EUA no ano passado trouxe um Touch 2a geração de 32 Gb e um fone Boose de impressionar na qualidade do som.

Só que chegando a BH, a Vivo me liga que meu Iphone já estava disponível para eu buscar na loja. Sorte da Ana Paula ! Ganhou um Ipod Touch ZERO (sem o fone é claro!) de 32 Gb !

Bom, no último ano a Ana vem usando direto como agenda de compromissos, contatos, leitor de emails, etc. Heavy user mesmo. Até os controles do consultório ela faz no Ipod, tal como quantas consultas de cada paciente, quem ja pagou o que, as contas do consultorio, ou seja, a vida profissional dela esta ali dento.

Eu só ali dando suporte. Comprei a versão 3.0 do OS para colocar no Ipod para ganhar todas as facilidades (no Ipod é pago 10 doletas pelo OS. No Iphone é gratis) e tudo estava as mil maravilhas, funcionando perfeitamente.

No último dia 10 de outubro, um sábado, resolvi atualizar o Ipod para a versão 3.1.2 (pulando a 3.1.1) pois estas atualizações de versões são gratuitas para quem pagou para mudar para a 3.0.

Ipod plugado, backup feito no Itunes automáticamente, inicia-se a atualização. Lá pelos 80% da barra de acompanhamento, o Ipod desliga. Achei que ele estaria dando o boot para ligar e ja começar a atualização do aparelho.

Ele não ligou !  Pensei entao que eu teria que liga-lo no botão POWER.

Nada ! Tela preta ! toxic-iphone

Despluguei da máquina e pluguei de novo e apareceu a msg ” DISPOSITIVO USB NAO RECONHECIDO”  !

Pluga, despluga, tenta ligar, desligar, reset e o suor começa a escorrer pela testa ! Nada !

Bom, entro no Google e mando procurar por “Problemas na atualização do Ipod Touch”. Aparecem N explicações mas nada resolve !

Leio então que havia um jeito de restaurar tudo de fabrica colocando o Ipod em modo DFU (sei lá que diabos é isto !).

Sigo os passos todos, boto a mão no joelho, dou uma abaixadinha, rezo 3 pais nossos e 10 aves marias !

Aperto o botão do POWER e NADA !!! Nem sinal de querer ligar !

Mortinho da Silva ! Exatamente como eu estaria quando contasse o caso para dona dele !

Bom, como não tinha outro jeito, fui la e contei. Ouvi poucos impropérios como vcs devem imaginar. O menor deles foi que se “usasse agenda de papel isto não aconteceria” e por aí foi ! Desprezando o presente e todo o ano em que o bichinho prestou de serviços !

Mas, como eu estava mesmo errado por ter mexido no treco. Engoli tudo e fui pesquisar o que poderia ser feito.

Uma semana mais tarde, depois de tentar todas as soluções que achei na internet e não conseguir um sinal sequer. Resolvi procurar ajuda da Apple.

Descobri uma autorizada em BH e mandei o Ipod pra lá !

A resposta que tive foi animadora: ” Temos uns 20 casos iguais ao seu aqui ! Mas ainda não temos solução para isto. Liga daqui a 15 dias para saber se já saiu alguma coisa ok ?!”

Beleza. Menos mal ! Pelo menos tem solução ! Esperei então os 15 dias e liguei de novo.

“Nada ainda amigo. Mas faz uma coisa, traz aqui que a gente da uma olhada com o técnico.”

Como no dia seguinte era sábado, rumei para lá cedinho.

Os caras me atenderam super bem e falaram para deixar la que eles iam olhar. Quando entraram o número de série no sistema descobriram que a garantia havia vencido no dia 17/10 (uma semana depois do dia fatídico) e que eles não poderiam fazer nada com o aparelho !

“Como assim ? Eu pago o conserto ué !”

“Não podemos consertar quando esta fora de garantia. O que podemos oferecer é um plano de trocas por um novo com um desconto, pegando o seu antigo !”

raivaFique puto demais ! A vista escureceu na hora (como diria um velho amigo) e soltei o verbo para cima deles.

Eu não queria trocar nada ! A atualizacao DELES causou aquilo tudo e eles tinha que consertar.

O cara ficou impassivel na minha frente e não movia um músculo sequer. Chamou a chefe, a subchefe e quem mais estava na loja naquela manhã de sábado.

Diante da minha indignação que não foi pequena, vcs podem imaginar, o cara me mandou deixar la e se houvesse alguma coisa a fazer, eles fariam.

Deixei la mas sem a menor esperança de que eles fariam alguma coisa.

Como era de se esperar, na terça me mandaram um email (nem telefonar eles se prestaram) falando que não tinha mesmo conserto e que o aparelho estava a disposição.

Como não queria nem ver a cara dos caras e já procurando outro para comprar para a Ana Paula, mandei o motoboy da empresa ir la buscar o treco.

Ele chegou com um papel com um email e o Ipod e me entregou.

“O cara la da loja falou para vc mandar um email para este cara que ele resolve isto para vc !”

“Como assim ? Ele não disse que não tem conserto ?”

“Disse, mas falou que é para vc mandar um email para este cara !”

“Uai ! Eu hein ? Ta bom. Vou mandar agora mesmo. E assim o fiz !”

A pessoa se chamava Ramon. Em menos de 1 horas, recebi a resposta dele, com um pequeno questionário sobre o aparelho, o que havia acontecido, se tinha senha, se não tinha, se era desbloqueado com Jailbreak ou não e com o endereço para levar e o telefone dele para contato.

Respondi tudo e na sexta-feira o motoboy levou la para mim. Na sexta, as 23:00h chegou um email falando qual era o problema e o valor do conserto (R$ 70,00) e se eu autorizava.

Autorizei e as 2:00 da matina recebi outro email falando que estava pronto e que podia ir buscar a qq hora !!!!feliz

Na segunda mandei buscar e entreguei o Ipod funcionando para sua dona, todo feliz e serelepe !

Claro que pedi autorização para ele para divulgar os dados dele para quem mais precisar!

O cara é fera, é sério para caramba e sabe de tudo !

Não me perguntem o que a Apple arrumou e como funcionam as coisas, só sei que foi assim !

O email dele é consertodeiphone@terra.com.br

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Reflexão de uma nova autora

Amigos,

A Carmelita é uma grande e querida amiga que me mandou o email abaixo sobre o seu livro NUNCA MAIS !

Vamos ajuda-la a divulgar e realizar mais este pedacinho do sonho de ser escritora num país complicado como o nosso !

-=-=-=-

Hoje, revendo a realização de um grande desejo – editar meu livro – penso que talvez tenha nascido no país errado. Não apenas eu, mas todos aqueles que sonham em se aventurar no mundo das letras. Esses não poderiam morar em um país onde a grande maioria da população é formada por analfabetos literários. Ou seria o contrário? Talvez, por isso mesmo, é que aqueles que pensam em melhorar a cultura de nosso povo devam insistir bravamente na árdua tarefa de criar literatura. Seria mesmo esse o caso?

Para se tornar um escritor será necessário ler muito, ler de tudo um pouco. E, ler foi sempre minha maior paixão. Com 10 anos de idade li o velho testamento; achei as histórias bíblicas fascinantes. Daí não parei mais. Histórias passaram a ser quase um vício, às vezes, uma fuga. Quando não gostava de uma história eu a reescrevia. Era um ótimo exercício. Esse  processo de criar personagens, dar a eles características físicas e psicológicas e deixá-los caminhar pela história, construindo seus próprios destinos, era algo que mexia com minha imaginação. Sempre achei fascinantes os escritores que tinham a coragem de transbordar, expor seus pensamentos, compartilhar conhecimentos, experiências e sentimentos. Desde muito cedo tentava imitá-los e com o passar do tempo, escrever para mim, passou a ser uma coisa natural.

Quando terminei meu segundo livro, “Nunca Mais”, e decidi que este eu queria editar, não fazia ideia de como era difícil publicar no Brasil.  Mandava o livro para as editoras e elas demoravam meses para retornarem com uma breve cartinha, dizendo que o livro era muito bom, mas que eles não investiam em novos autores e, iam mais além, diziam que só estavam investindo em autores estrangeiros, em best-sellers. Ou seja, só investem em cartas marcadas. Isso quer dizer que funciona de modo semelhante ao primeiro emprego: as empresas só contratam quem tem experiência e, com isso, os novatos não têm a menor chance. As editoras só publicam os consagrados. Assim, os neófitos jamais deixarão de ser neófitos. Como fator complicante, há o triste fato de os brasileiros lerem pouco. Aliás, quase nada! Nosso índice é vergonhoso, comparado com a média de livros lidos por ano por habitante no mundo. Ainda tem a velha questão “santo de casa, no Brasil, não faz milagres”. A probabilidade de um livro estrangeiro fazer sucesso comercialmente é muito maior do que um romance brasileiro, mesmo que seja muito melhor do que o seu concorrente gringo. Uma vez, em um evento social, em conversa descontraída com um conhecido editor, ele me disse que no Brasil , mesmo desconhecido, autor estrangeiro vende. O nacional não. Prova disso é que alguns autores brasileiros usam pseudônimos americanoides. Bom, com esse cenário, talvez se eu, também, fosse editora  me recusaria a investir em autores novos. E, por isso, novos só têm vez se financiarem suas próprias edições ou se tiverem a sorte de encontrar uma editora-parceira. Que foi o meu caso.

Quando recebi o parecer da editora sobre o meu “Nunca Mais”, acompanhado da melhor proposta que havia recebido até então, mal pude acreditar. O milagre aconteceu. Alguém estava abrindo as portas para mim! Ninguém pode imaginar minha alegria. Alegria acompanhada de ansiedade, tensão e muito medo desse passo enorme, rumo a um mundo desconhecido, mas imensamente sonhado por mim. Toda essa euforia durou pouco. A alegria diminuiu muito quando fiz contato com a realidade: a complexidade de se colocar um livro no mercado; o preço alto que se paga para ter seu livro exposto nas livrarias. Enfim, não dispunha de recursos financeiros para bancar o sonho por inteiro e fiquei feliz só com o fato de ter conseguido editá-lo. A família, amigos e a imprensa local me apoiaram. Fiz um belíssimo lançamento na Academia Mineira de Letras.

Até aí foi só emoção! Mas e agora? O que fazer com os exemplares que sobraram do lançamento? Como vendê-los? Aí está o lado que nunca imaginei que um escritor teria que vivenciar. Nas minhas ilusões o escritor era alguém que vivia no mundo das ideias e que não precisava se preocupar com coisas práticas como essas: vender seu livro. Será que terei que ir para os sinais de trânsito, como o Lacarmelio com uma faixa, vendendo suas revistas Celton?  Por enquanto, “Nunca Mais”, editado pela K2 Editora, de São Paulo, terá que ser adquirido diretamente comigo ou em algumas livrarias que consegui colocar em consignação.

Agora, os sonhos são outros: que o “Nunca Mais” se torne, através da propaganda boca a boca, um Best-seller e que o escritor deixe de pagar para fazer cultura neste país. Quem sabe!?

PS.: Se for presentear alguém neste Natal – dê meu livro “Nunca Mais” – tenho recebido retornos excelentes sobre ele.
É só vc me pedir que mando entregar autografado – não é bom?
Vou fazer uma condição especial: compre dois livros e leva três.
Que presente melhor vc poderia comprar por este preço?
O Valor do livro é R$35,00 – nessas condições vc paga apenas R$23,33 cada um.

AJUDE UMA NOVA AUTORA E O BRASIL A DEXAR DE SER UM PAÍS ANALFABETO LITERÁRIO.

Carmelita Chaves
31-3287-3326 – 8728-5735

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A era do Touch !

Foi só soltar o post sobre o Notebook do futuro que meus amigos futurólogos apareceram logo !

Olha o que o Luiz Flavio meu sócio me mandou ! A era agora é do Touch Screen !

Show de comercial da HP !

Valeu Lu !

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=gBx2h9wMRyE[/youtube]

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